Modelo Educacional

A educação não pode dar colaborações materiais, como oferecer vacinas ou construir rede de esgotos, mas nem por isso tem que ser vista como secundária e complementar, como em geral acontece. Como sua missão precípua é a transmissão de valores, ela é fundamental para o enfrentamento das questões da vida através da formação de sujeitos críticos. Inserido no contexto das ações de educação, o pensamento de Paulo Freire conceitua a educação como princípio da ação cultural, relacionada ao processo de consciência crítica, visto como uma educação apresentadora de problemas, tendo a pedagogia crítica, como práxis cultural, contribuído para elevar a consciência das pessoas, como também uma revolução pedagógica em sua essência e significativa para todos. Portanto, a ideologia de Freire preocupa-se com a inserção do indivíduo na sociedade, levando-o a uma reflexão crítica de sua condição de vida.

Assim, os educadores buscam favorecer maior qualidade de vida para as pessoas, famílias e comunidades por meio de ações dialógicas. Logo, a Educação é um importante instrumento para as ações de intervenção na saúde ambiental para capacitarem o individuo e a comunidade a refletirem sobre os problemas ambientais e de saúde existentes. Etimologicamente falando, a educação pode propiciar o florescimento de algo que já está dentro da pessoa e não encher de conhecimentos um recipiente vazio, pois o objetivo da educação, tanto dentro como fora da escola, é a construção do conhecimento de modo a permitir a todos seu exercício completo na cidadania. Dentro desse contexto, o processo educativo questiona as práticas educativas autoritárias, persuasivas e de condicionamento, da mera transmissão de informações e conhecimentos, distantes da realidade e do estilo de vida dos indivíduos.

Modelo educacional tradicional

O modelo educacional tradicional está engessado e preso a preconceitos. A Morro Verde sofreu muito preconceito e resistência por falta de entendimento da necessidade de mudança na forma de chegar ao jovem brasileiro. Esse modelo retrógrado só reproduz a cultura de desigualdade e perpetuação de corruptos nojentos na política brasileira. A Morro Verde lutou e sempre irá lutar contra a desigualdade social que só favorece o crescimento da violência e miséria. É fundamental que o jovem seja ouvido. A Educação que não é efetiva culmina em graves problemas sociais. No Brasil, a culpa nunca é de ninguém, quando questionados, os responsáveis pela educação conseguem sempre justificar tudo com falsos números. Chega de números! Precisamos cuidar das pessoas como pessoas de carne  e osso com histórias reais de vida.

Se liga aí poder! Bora fazer diferente e fortalecer a favela de verdade!

Vamos parar de inventar números e fingir que o país se desenvolve e tem uma educação de qualidade.

A Morro Verde tem uma simples questão: onde os filhos dos poderosos do Brasil estudam? Eles estudam na iniciativa privada, pois a escola pública não possui nem materiais básicos ou segurança para os envolvidos na comunidade escolar.

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